sábado, 26 de janeiro de 2013


Produtores do RS adquirem 16 mil mudas da bananeira BRS Platina


Produtores do RS adquirem 16 mil mudas da bananeira BRS Platina

Dezesseis mil mudas da bananeira BRS Platina, variedade do tipo Prata e resistente à Sigatoka-amarela e ao mal-do-Panamá desenvolvida pela Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foram entregues a 227 agricultores de nove municípios do litoral do Rio Grande do SulA cultivar foi produzida pela Multiplanta Tecnologia Vegetal, biofábrica licenciada pela Embrapa para multiplicar as mudas por meio da micropropagação de plantas, que permite uma maior qualidade, em especial devido à isenção de doenças. A compra e a distribuição das mudas foram coordenadas pelo técnico José Osmar Munari, do escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RS) em Morrinhos do Sul, parceiro na validação da BRS Platina na região. A negociação começou logo após o lançamento da BRS Platina no XXII Congresso Brasileiro de Fruticultura, em outubro de 2012, em Bento Gonçalves (RS).
Para o pesquisador Edson Perito Amorim, responsável pelo programa de melhoramento genético de bananeira da Embrapa, a expectativa é a melhor possível. “Este é o início da adoção da BRS Platina pelos agricultores. Espera-se que, em médio prazo, ela ocupe uma posição de destaque dentro do agronegócio da banana no Brasil, devido às suas qualidades de sabor, aroma e resistência às doenças, em especial ao mal-do-Panamá – considerada uma das cinco mais destrutivas de todos os tempos na agricultura mundial”, afirma.
Características
A ‘BRS Platina’ vem atender à demanda por frutos do tipo Prata, em especial onde há a presença do mal-do-Panamá, doença que limita a produção da cultivar ‘Prata Anã’. Apresenta bom perfilhamento, porte médio e características, tanto de desenvolvimento quanto de rendimento, idênticas às da ‘Prata Anã’. Os frutos também parecem com os dessa cultivar em forma, tamanho e sabor, porém devem ser consumidos com a casca um pouco mais verde, à semelhança das variedades do subgrupo Cavendish. Além disso, deve ser colhida de acordo com o mesmo manejo adotado para Cavendish.
A variedade foi desenvolvida em parceria com a Unidade Regional Norte de Minas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – Epamig (Nova Porteirinha, MG) e com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (Guanambi, BA).

FONTE: wwwl.agrolink.com.br

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013


Quebra na safra/2012 obriga empresas gaúchas a buscar soja fora do RS

Companhias de rações, óleos e biodiesel estão comprando matéria-prima em outros Estados mais de 200 caminhões fazem fila no pátio da empresa Olfar, em Erechim, para entregar grão comprado do 

Para conseguir dar conta da produção, empresas gaúchas de rações, óleos e biodiesel estão recorrendo a outros Estados para a compra da soja. Só de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul serão pelo menos 400 mil toneladas de grão e de farelo entre dezembro de 2012 e março deste ano, segundo dados da União Brasileira de Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio). A medida, pouco habitual, se tornou necessária devido à quebra de 43% na safra passada. Neste momento, o grão é adquirido principalmente de Estados onde a colheita já começou. Apesar da falta de matéria-prima e da alta no custo de produção, os preços dos derivados de soja devem se manter estáveis, garantem representantes da indústria.

– A compra vem ajudando a salvaguardar as cadeias de carnes, especialmente aves e suínos – observa Irineu Boff, vice-presidente da Ubrabio.
Guilherme Weschenfelder, diretor comercial da Olfar, indústria de óleo vegetal e biodiesel de Erechim, explica que a empresa importou até 30% do volume utilizado em novembro e dezembro, mas ainda assim precisou reduzir a capacidade de processamento de 1,5 mil toneladas de soja para 900 toneladas por dia. E reforçou as compras: entre janeiro e fevereiro, 40 mil toneladas de soja estão sendo adquiridas de Mato Grosso.
– O faturamento deve cair em 40% e o custo industrial ficará até 15% mais alto em virtude da produção menor – explica Weschenfelder.
Quem conseguiu comprar dentro do Estado, como a fábrica de rações da Cotrijal, na região norte, está pagando mais caro. A indústria consome 250 toneladas por mês e conseguiu manter seu estoque a partir das propriedades associadas à cooperativa. Com bom preço e pagamento garantido, os agricultores preferiram negociar com a Cotrijal a vender antecipadamente.
– Pagávamos R$ 900 a tonelada em maio do ano passado e hoje estamos comprando por R$ 1,1 mil – afirma o coordenador-geral da fábrica de rações, Alexandre Billig.
A Camera, com sede em Santa Rosa, processa 5 mil toneladas por dia de soja e também precisou buscar grão no Centro-Oeste. Serão 140 mil toneladas entre janeiro e fevereiro.
– Quem perde é o Estado, no ICMS do produto. Por outro lado, a produção interna se mantém e os insumos comercializados também – afirma Júnior Rosa de Almeida, gerente de operações.
Falta de chuva poderá comprometer resultado
Para o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja-RS), Ireneu Orth, além da quebra na safra passada, a venda antecipada da produção – impulsionada pela alta cotação da soja – contribuiu para a menor oferta. Mas a previsão de uma safra recorde de 12,19 milhões de toneladas de soja para o ciclo atual não é garantia de que o produto não voltará a faltar. Sem chuva há mais de 15 dias, algumas regiões já começam a temer novos prejuízos.– avalia José Eduardo Santos, diretor executivo da Associação Gaúcha de Avicultura.
– Não temos soja garantida, precisamos de mais chuva – diz Orth.
Por enquanto, a compra de soja de fora não deve mexer com o preço de produtos como carne e leite.
– Se as indústrias reduzirem a oferta, ou se subir o preço da a soja, teremos de repassar o custo para o produto final. Mas, salvo mudança climática repentina, o preço está estável e não deve haver repercussão para o produtor – avalia José Eduardo Santos, diretor executivo da Associação Gaúcha de Avicultura.
FONTE: www.zerohora.com

Agudo recebe Visita Técnica do IRGA

Pesquisadores do Irga fazem visita técnica em Agudo
Pesquisadores do Irga fazem visita em Agudo
Pesquisadores do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) realizaram, no dia 21 de janeiro, uma Visita Técnica em área com protocolo de milho em várzea implantado sobre microcamalhão. A propriedade visitada pertence a Jair Buske, na localidade de Picada do Rio, em Agudo.
O foco do trabalho, além de buscar alternativas de cultivo em várzeas e o controle de doenças, pragas e invasoras, como o arroz vermelho, é alcançar a sustentabilidade das propriedades rurais, de forma que o produtor tenha mais uma fonte de renda ou até mesmo para o consumo de subsistência, com a utilização do milho para os animais das propriedades.
Participaram da visita os pesquisadores do Irga da Estação Experimental do Arroz de Cachoeirinha, Ibanor Anghinoni, Paulo Régis Ferreira da Silva, Anderson Vedelago e Rodrigo Schoenfeld, além do Coordenador da Regional da Depressão Central, Jaceguáy Barros e os engenheiros agrônomos Ricardo Tatsch e Guilherme Thom.
A equipe técnica e de pesquisa da Depressão Central também esteve avaliando experimentos em Cachoeira do Sul, na Barragem do Capané e em Restinga Seca, na área da Abertura Oficial da Colheita do Arroz.

Fonte: www.irga.rs.gov.br

Governador inaugura escritório regional da Emater/RS em Soledade


O governador Tarso Genro inaugurou, na quinta-feira (24/01/2013), a nova regional da Emater/RS, no município de Soledade. O chefe do Executivo, acompanhado pelo titular da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Ivar Pavan, realizou a entrega de notebooks e veículos para o trabalho de campo. 
De acordo com Pavan o ato foi considerado como "muito significado", pois trata-se da reafirmação dos compromissos do Executivo com a agricultura familiar do Estado. "A Emater é o braço do Governo que leva as políticas públicas até a casa do produtor. E, por orientação do governador, nosso projeto de desenvolvimento da agricultura familiar está sendo realizado de baixo para cima. Não é por acaso que esta região tem 400 famílias participantes do projeto de inclusão produtiva, que recebem acompanhamento sistemático da Emater. Por isso da importância de um escritório regional, para permitir que as estruturas fiquem mais próximas, possibilitando que o Estado preste um trabalho melhor ao produtor", destacou. 
Reestruturação da Emater/RS
A reestruturação das dez regiões administrativas já existentes e a criação de dois novos escritórios regionais buscam adequar as regiões administrativas às orientações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, adotando os Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) como unidades de planejamento e orçamento, além de torná-las mais homogêneas sob o ponto de vista socioeconômico e ambiental, facilitando a integração interinstitucional e o conjunto do trabalho. "A nova estrutura administrativa permitirá uma maior articulação com os demais órgãos de governo e, com isto, responder com políticas públicas de forma regionalizada, respeitando as especificidades de cada região", afirmou o presidente da Emater/RS, Lino De David, que também participou da inauguração. 
Soledade 
O escritório regional da Emater/RS de Soledade é composto por 39 municípios e está dividido em cinco microrregiões administrativas. Nesta região, cuja população total é de 523,7 mil habitantes, conforme dados do IBGE de 2011, estão abrangidos os Coredes Alto da Serra do Botucaraí (16 municípios) e Vale do Rio Pardo (23 municípios). 
A área é caracterizada por heterogêneos sistemas de produção, sendo compostos pelo cultivo de grãos (soja, arroz, milho, trigo), pecuária de corte e leite, fruticultura, olericultura e fumo. Também se destacam, de forma bastante promissora, os processos de agroindustrialização da produção e, nos últimos anos, as cadeias produtivas do leite e da madeira, com crescimento do rebanho e implantação de áreas de reflorestamento energético. O setor agropecuário responde por 40% do PIB regional. 

FONTE: www.agrolink.com.br

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Informativo Conjuntural da Emater-RS destaca a situação das lavouras temporárias de verão no Rio Grande do Sul


Até o momento, de um modo geral, as principais lavouras (arroz, milho e soja) desenvolvem-se bem, gerando expectativa de um boa safra. Para maiores detalhes, consultem o Informativo divulgado hoje pela Emater-RS, no link abaixo.

Informativo Conjuntural da Emater-RS, n 1.225, de 24/01/2013

Evolução da lavoura deixa arrozeiros otimistas

Erni Kessler e a filha Fernanda apostam na produtividade da safra e aguardam melhores preços
O Instituto Riograndense do Arroz (Irga) projeta que mais de 35% das lavouras plantadas no Estado, que totalizam aproximadamente 1.065.379 hectares, já estão no período reprodutivo. A área cultivada é 3% superior à prevista inicialmente. Conforme informações dos núcleos de assistência técnica e extensão rural (Nates), o desenvolvimento das lavouras está dentro do esperado e deve garantir boa produtividade. A expectativa é de que a colheita seja iniciada no final de fevereiro. 
No 27º Nate do Irga, que engloba os municípios de Candelária, Novo Cabrais, Vale do Sol, Vera Cruz, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires e Cruzeiro do Sul, a introdução das lavouras da safra 2012/2013 foi encerrada no início de dezembro. As primeiras áreas foram implantadas na segunda quinzena de setembro. Segundo o engenheiro agrônomo Luciano de Siqueira, são 17.350 hectares do cereal nos municípios de abrangência, mesma área do último ciclo produtivo.
Atualmente 75% da área da região é semeada no sistema pré-germinado; 20% com cultivo mínimo e outros 5% com o método convencional. Os maiores municípios produtores são Candelária, com 8,5 mil hectares, e Novo Cabrais, com 1,9 mil. “O clima tem favorecido a safra porque chove com uniformidade, o que mantém o fluxo dos rios constante para irrigar as lavouras”, comenta. No entanto, o excesso hídrico facilita a infestação de pragas e doenças, o que não interfere nas projeções produtivas. A expectativa é de que a rentabilidade média atinja 7,3 mil quilos por hectare, em torno de 970 a mais do que ano passado.
FONTE: www.gaz.com.br

Agricultura: Uso indiscriminado de agrotóxicos é problema em todo o Estado

Engenheiro agrônomo da, José Álvaro Pacheco
Engenheiro agrônomo José Álvaro Pacheco esclarece a importância do uso controlado
 A população mundial encontra-se em processo de crescimento acelerado e este fato, traz consigo vários problemas, sendo um deles o exagerado uso de produtos químicos, agrotóxicos e/ou fertilizantes nas lavouras, tudo para garantir grande produção ou o controle de pragas.
Conforme o engenheiro agrônomo da, José Álvaro Pacheco assim como em todo o Estado, o uso de agrotóxicos na região noroeste do RS é bastante alto e vem crescendo ainda mais ao longo dos últimos dez anos. “Segundo informações da Embrapa, se considerado os últimos 40 anos, o uso de agrotóxicos cresceu nove vezes mais que a produção agrícola neste período”.
Em volumes totais, segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), a cultura da soja é a que mais consome químicos, representando 32% de todo o ingrediente ativo de agrotóxicos consumidos no Brasil, num valor total de 42 mil ton. Quando for analisada a quantidade de agrotóxicos por unidade de área, ou seja, total de ingrediente ativo por hectare, o tomate e a batata são os campeões, usando respectivamente 52,5 kg e 28,8 kg. Nesta avaliação a soja fica bem abaixo com 3,2 kg/há.“Infelizmente este é fruto de um modelo de agricultura implantado, o qual visa apenas aumentos sucessivos de produtividade”.
 Em função do modelo agrícola implantado pela agricultura comercial, praticamente toda lavoura tornou-se dependente deste tipo de insumo. “Por um lado, uma excelente ferramenta para o sucesso, por outro um elemento bastante perigoso. Os agrotóxicos são venenos, sendo assim, temos diversos reflexos negativos relacionados ao meio ambiente e a saúde dos seres vivos expostos à ação deles.
Diversos estudos têm comprovado os danos que os ingredientes ativos dos agrotóxicos podem causar aos seres vivos, entre eles: deficiências no sistema hormonal, renal, nervoso, desenvolvimento de câncer, possibilidade de abortos e deformações dos fetos. “Uma das doenças que mais têm crescido nos últimos anos, é a depressão, podendo afetar pessoas expostas à constante contaminação por certos tipos de compostos agrotóxicos”.
Com este alto índice de problemas desencadeados, existem pesquisas que visam diminuir o efeito nocivo sobre os seres vivos e o meio ambiente. “Este procedimento acontece com a diminuição de concentrações de ingredientes ativos e utilização de solventes a base de água, entretanto continuam sendo venenos. Podem ser citados produtos biológicos que a pesquisa desenvolveu, os quais utilizam conhecimentos observados na natureza. Outro fator relevante é o controle biológicos de pragas, onde alguns insetos predadores fazem o controle de outros considerados pragas, assim como temos extratos de plantas existentes na natureza, que podem fazer o mesmo efeito, ajudando desta forma a manter o equilíbrio do ecossistema”.
 Os agrotóxicos não provocam somente problemas a saúde humana e animal, mas também ao meio ambiente, os tóxicos utilizados são levados pelas águas das chuvas ou até pela ação dos ventos no momento da aplicação, muitas vezes atingindo o lençol freático ou até mesmo as fontes superficiais de água, além da possibilidade de atingir espécies importantes da fauna e flora próximas, que são fundamentais para manutenção da biodiversidade e do equilíbrio ambiental.
Por esta razão, Pacheco recomenda primeiramente aos agricultores, fazer uma avaliação da necessidade da utilização de determinado produto, diagnosticando o problema, avaliando o nível de dano econômico, para depois decidir pelo tipo de agrotóxico mais adequado para a situação. “Procure sempre escolher os mais seletivos e com menor impacto ambiental. Outro aspecto importante é a preocupação com o uso dos equipamentos de proteção individual, que irão proteger os aplicadores durante o manuseio de agrotóxicos, quando existir esta necessidade e não deve se esquecer de revisar as condições do equipamentos de pulverização. É valido relembrar sobre a necessidade da tríplice lavagem das embalagens e devolução delas aos revendedores, para que não fiquem atiradas, perpetuando o ciclo de contaminações”, finaliza Pacheco.
 Projeto de lei restringe uso de agrotóxicos no Brasil
A Câmara dos Deputados avalia proposta que proíbe a utilização e o estoque de uma série de agrotóxicos com suspeita de causarem danos à saúde e ao meio ambiente. A medida está prevista no Projeto de Lei 4412/12, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP). 
Pela proposta, ficam banidos do país os produtos com os seguintes ingredientes ativos: abamectina, acefato, benomil, carbofurano, cihexatina, endossulfam, forato, fosmete, heptacloro, lactofem, lindano, metamidofós, monocrotofós, paraquate, parationa metílica, pentaclorofenol, tiram, triclorfom e qualquer substância do grupo químico dos organoclorados. Alguns desses agrotóxicos já foram proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Outros ainda estão no mercado, mas contam com restrições de uso, ou estão em fase de avaliação.
Pelo projeto, os produtos com glifosato como ingrediente ativo deverão ser reavaliados em até 180 dias após a publicação da nova lei. Até a análise dos possíveis danos causados pelo princípio, esses produtos serão classificados como extremamente tóxicos ou altamente perigosos, com consequentes restrições de uso. De acordo com o projeto, as pessoas que tiverem estoque desses produtos na data da publicação da nova lei deverão devolvê-lo aos fabricantes ou aos importadores, que serão responsáveis pelo seu descarte correto. Caso essas empresas não existam mais, o órgão de registro dos agrotóxicos deverá indicar a destinação necessária para cada produto.
O projeto foi apensado ao PL 713 que tramita na Câmara desde 1999. Agora, falta apenas a votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
FONTE: http://www.cooperjornal.com.br

BSBIOS apresenta “Caminho do Biodiesel” na feira Show Rural Coopavel

BSBIOS apresenta “Caminho do Biodiesel” na feira Show Rural Coopavel
Empresa busca inserir o produtor rural neste mercado e difundir cultura da canola

Com mais de 50 metros de extensão, o Caminho do Biodiesel é a grande novidade do estande da BSBIOS na feira Show Rural Coopavel 2013, que acontece de 4 a 8 de fevereiro, em Cascavel (PR). Por meio de três estações, os visitantes poderão conhecer melhor o que é o biodiesel, seus benefícios sociais e ambientais, quais são as principais matérias primas utilizadas para sua produção e ainda detalhes técnicos de plantio e colheita.


O Diretor Presidente da BSBIOS, Erasmo Carlos Battistella – que também preside a ABRASCANOLA (Associação Brasileira dos Produtores de Canola) – afirma que o biodiesel é uma nova realidade para o homem do campo, e por isso é importante que ele entenda melhor esta ligação entre a matéria prima e o produto final gerado pela indústria. “Nossa expectativa é levar aos visitantes mais informações sobre o importante mercado de biodiesel no Brasil e novidades, principalmente, relacionadas à produção de matérias primas, como é o caso da canola”, afirma Battistella.

“Através do Programa de Produção de Canola da BSBIOS, os produtores tem uma opção de cultivo rentável, já que a companhia garante a aquisição de toda a produção a preço semelhante ao de soja. Além disso, nossa equipe técnica presta todo o suporte necessário, visando à boa produtividade”, explica o Coordenador do Departamento de Fomento da unidade de Marialva, Raul Trevizan.


A canola conhecida como a “soja de inverno” possui alta produtividade e rentabilidade, inserida na lavoura em rotação observa-se que as culturas subsequentes também apresentam ganhos em produção. “A show rural é uma ótima oportunidade para os produtores conhecerem melhor a cultura, ficarem mais bem preparados para o manejo e também o momento para fazer o planejamento da safra de inverno,” destaca Trevizan. O período de plantio da canola vai de março a maio conforme o zoneamento agroclimático de cada região.


Atualmente, a BSBIOS possui 25 mil hectares de canola fomentada, sendo 10 mil/ha somente no Paraná, mas a expectativa é de crescimento. Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a estimativa de produção para a safra 2012/2013 no País é de 55,5 mil toneladas, o que representa um aumento de 6,7% se comparado à safra anterior, que foi de 52 mil toneladas. Ainda de acordo com a Conab, haverá significativo aumento de produtividade.


BSBIOS


Fundada em 2005, a BSBIOS produz aproximadamente 300 milhões de litros de biodiesel/ano e fechou 2012 com faturamento de R$ 1,3 bi. Sua matriz fica localizada em Passo Fundo (RS) e possui uma unidade em Marialva (PR). É a única empresa associada à Petrobras Biocombustível para a produção de biocombustível. Emprega diretamente cerca de 500 colaboradores em suas unidades e gera milhares de empregos indiretos. Tem como principal matéria prima para a produção de energia renovável a soja, entretanto ainda fomenta canola. Também trabalha no Paraná com sebo bovino para a produção de biodiesel.



FONTE: Agrolink com informações de assessoria

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013


CNA, Federações e Monsanto anunciam acordo para soja no Brasil



CNA, Federações e Monsanto anunciam acordo para soja no Brasil

A Monsanto anunciou nesta quarta-feira (23/01/13) um acordo com as principais associações de produtores rurais no Brasil, visando apoiar a introdução da próxima geração de produtos como a soja Intacta RR2 PRO. A CNA, Federações de Agricultura e Monsanto anunciam acordo que apóia a introdução de novas tecnologias para soja no Brasil.

O acordo representa um passo importante para a introdução comercial da soja Intacta RR2 PRO no país. Demonstra, ainda, um forte apoio de organizações como a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e dez federações estaduais de agricultura das regiões produtoras de soja do Brasil.

O acordo reconhece a importância das empresas de biotecnologia agrícola que investem em novas tecnologias para os agricultores. Além disso, confirma o apoio ao sistema de cobrança que garante que as empresas de biotecnologia sejam remuneradas cada vez que a tecnologia é utilizada pelo agricultor em sementes certificadas e/ou salvas ou reservadas. As partes também concordam e reconhecem o valor que os direitos de propriedade intelectual e os royalties decorrentes desses direitos desempenham no estímulo de novos investimentos realizados pelas indústrias agrícolas.
"É importante ressaltar que este acordo reforça o apoio das entidades de produtores rurais e permite que empresas, Associações e agricultores estejam focados nas soluções de longo prazo que irão apoiar o setor agrícola brasileiro e suas demandas de crescimento", disse Rodrigo Santos, presidente da Monsanto do Brasil.
Os sojicultores que aderirem ao acordo obterão uma licença que permitirá a esses produtores adquirirem soja Intacta RR2 PRO, que deverá estar disponível na safra 2013-2014. Também serão liberados do pagamento dos royalties da primeira geração de soja Roundup Ready nas safras 2012/2013 e posteriores, reiterando a concordância com os valores pagos nas safras anteriores.
A Monsanto e os líderes da CNA e das Federações Estaduais de Agricultura reconhecem que a inovação agrícola é um caminho importante para agregar valor à agricultura brasileira, à economia e atender as demandas da população global em crescimento. As partes também concordam e reconhecem que os direitos de propriedade intelectual e os royalties decorrentes desses direitos são fundamentais e estimulam novos investimentos realizados pelas empresas que atuam no setor agrícola.

Fonte: www.agrolink.com.br

Municípios gaúchos se unem para formar Território da Produção


O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) participou, neste sábado (20), da instalação do Pré-Território Rural da Produção, que abrangerá 17 municípios do Rio Grande do Sul. O ato ocorreu durante a 5ª edição da Feira da Uva e Agroindústria Familiar, que segue até o dia 20, no município gaúcho de Sarandi, na Avenida Expedicionário (Centro) 

De acordo com o delegado federal do MDA no estado, Marcos Regelin, a demanda da instalação de um território é antiga. “A discussão da criação do Território foi construída a partir de uma demanda das organizações dos agricultores familiares. É uma região que trabalha muito com cereais, grãos e leite e eles mesmos optaram por esse nome”, revelou. “Queríamos fazer essa divulgação durante a feira por ser uma atividade que dialoga diretamente com a agricultura familiar”, acrescentou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Sarandi, Nova Boa Vista e Barra Funda (Sintraf), Márcio Luiz Cassel.

Durante a instalação do Pré-Território Rural da Produção, foi anunciada, também, a constituição de um fórum constante de discussão e um cronograma de encontros para a construção de um plano regional de desenvolvimento da agricultura familiar. “A política territorial do MDA tem sido importante para todos os nossos municípios territorializados, isso nos permite interiorizar melhor as políticas públicas do governo federal. Os municípios buscam a sua inclusão no programa de territorialidade, para que possamos ter um fórum constante de discussão de desenvolvimento em nossa região. Por isso, é importante a instalação desses territórios”, destacou o delegado.

Os municípios que farão parte do Pré-Território da Produção são Palmeira das Missões, Sarandi, Pontão, Chapada, Barra Funda, Almirante Tamandaré, Nova Boa Vista, Ronda Alta, Coqueiros do Sul, Santa Bárbara do Sul, Passo Fundo, Carazinho, Santo Antônio do Planalto, Rondinha, Coxilha, Novo Barreiro e Mato Castelhano.

FONTE: 
http://www.portaldoagronegocio.com.br