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quarta-feira, 6 de março de 2013


RS terá 2ª maior safra da história, diz Emater


RS terá 2ª maior safra da história, diz Emater

Nesta quarta-feira (06/03), durante café da manhã à imprensa realizado no Parque da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, a Emater/RS-Ascar divulgou os números referentes à safra de grãos de verão de 2013. Conforme o levantamento realizado pela Gerência de Planejamento e divulgado pelo diretor técnico da Instituição, Gervásio Paulus, o Rio Grande do Sul deverá colher pouco mais de 25 milhões de toneladas, o que coloca a atual safra como a segunda maior já produzida no Estado, ficando atrás somente da safra de 2011, quando foram colhidos 26,5 milhões de toneladas de grãos. A safra de soja, que terá uma produção de 11.844.880 toneladas, será a maior já colhida no Rio Grande do Sul. 
O levantamento, realizado entre os dias 21 e 26 de fevereiro, levou em conta as informações de 350 municípios, abrangendo 82% da área cultivada com arroz, 65% com feijão, 91% com milho e 91% com soja. Em relação às áreas cultivadas nesta safra, o arroz totalizou 1.038.800 hectares; a da soja, 4.538.202; o milho, 1.054.295; e o feijão, 73.636 hectares

Conforme destacado pelo diretor técnico da Emater/RS-Ascar durante a apresentação dos números, apesar de a atual safra ter ficado atrás da de 2011, o valor bruto de produção (VBP) será maior este ano, tendo em vista as atuais cotações das commodities, que se encontram em patamares bem superiores aos praticados há dois anos. “Os produtores receberão, este ano, cerca de R$ 20,7 bilhões, valor superior ao que foi gerado na safra de 2011, quando o setor movimentou R$ 16,7 bilhões”, frisou Paulus. 

Conforme o presidente da Emater/RS, Lino De David, o Rio Grande do Sul está diante de um ano favorável não somente à produção de grãos, mas também à produção de carne e leite, “fruto do esforço dos agricultores, das políticas públicas destinadas ao setor primário e da recuperação da Emater”. De David também creditou o bom resultado da safra 2013 às medidas do Plano Safra, que favoreceram o acesso dos agricultores às tecnologias produtivas e ao crédito; às cotações favoráveis, que fizeram com que os produtores investissem nas lavouras; e às condições climáticas favoráveis. 

“Acredito que os números apresentados hoje irão se aproximar ainda mais da safra recorde de 2011”, afirmou o secretário de Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, referindo-se à conjuntura favorável para a produção primária citada pelo presidente da Emater/RS-Ascar. “A safra de grãos, somada à produção de leite e carnes, certamente farão o PIB (Produto Interno Bruto) agropecuário ter um significativo incremento no Rio Grande do Sul, devendo ser o maior já registrado no Estado”, projeta Mainardi. 

O secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Ivar Pavan, também ressaltou as medidas do Plano Safra Estadual como fundamentais ao bom resultado da atual safra, como os juros negativos e a ampliação do crédito. “Além disso, incluímos o serviço de assistência técnica e extensão rural como parte do desenvolvimento agrícola do Rio Grande do Sul”, frisou Pavan. Para o secretário, como as cadeias produtivas ligadas ao campo representam cerca de 50% do PIB gaúcho, este deverá ficar muito acima da média nacional. 

Além dos jornalistas, também participaram do café da manhã promovido pela Emater/RS-Ascar, o prefeito e o presidente da Câmara de Vereadores de Não-Me-Toque, respectivamente, Antônio Vicente Piva e Pedro Paulo Falcão da Rosa, o presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, o coordenador da Expodireto Cotrijal 2013, Celso Siebert, além de representantes da SDR, Seapa e Emater/RS-Ascar. 

FONTE: www.agrolink.com.br

domingo, 3 de março de 2013

Rio Grande do Sul finaliza colheita da primeira safra de feijão

 
Rio Grande do Sul finaliza colheita da primeira safra de feijão
 
Com 98% da área colhida, o Rio Grande do Sul se encaminha para o fim dos trabalhos no campo com a primeira safra de feijão. Segundo o Informe Conjuntural, elaborado pela Emater/RS-Ascar, as atividades agora são principalmente relacionadas aos cuidados com secagem e armazenagem da produção e comercialização. Comparado ao mesmo período do ano passado, a colheita está adiantada em 5%.

Já o feijão de segunda safra está sendo semeada, atingindo cerca de 56% da área prevista. As boas condições climáticas nas regiões produtoras beneficiaram o andamento do plantio. Entretanto, deverá haver queda na área em relação à mesma safra em 2012. Segundo a Instituição, o motivo é, entre outros, a falta de mão de obra, que está sendo mais requisitada nas culturas de maior mercado.
 

domingo, 17 de fevereiro de 2013


Colheita do milho avança e lavouras apresentam bons rendimentos

A colheita do milho evoluiu de forma satisfatória durante o último período, atingindo 35% do total semeado no Rio Grande do Sul. Conforme informações divulgadas pela Emater/RS-Ascar nessa quinta-feira (14/02), a cultura encontra-se, atualmente, com 25% das lavouras maduras e por colher, 25% em enchimento de grãos, 10% em floração e 5% em germinação e desenvolvimento vegetativo.
Segundo o gerente técnico da Emater/RS-Ascar, Dulphe Pinheiro Machado Neto, tendo em vista a atual fase da cultura e os rendimentos obtidos até o momento, as perspectivas de produção são muito boas. “Mais da metade da safra já está garantida e a produtividade média situa-se dentro das expectativas iniciais, ficando ao redor dos 4,8 mil kg/hectare, com algumas lavouras chegando a até 8 mil kg/hectare”, explica o gerente técnico.
A expectativa de uma boa safra de milho, conforme Machado, aumenta o otimismo dos criadores, especialmente dos produtores de leite, suinocultores e avicultores que dependem basicamente do grão para a alimentação dos animais. Em relação aos preços, houve um aumento de 0,71% na cotação média da saca de 60 kg de milho em âmbito estadual, que ficou cotada em R$ 28,18.
As lavouras de soja, mesmo com as baixas precipitações ocorridas nas principais regiões produtoras até o momento, ainda apresentam boas condições. Apenas em áreas localizadas no norte e noroeste do Estado é que a preocupação é maior. Nestas regiões, a falta de chuvas está comprometendo o desenvolvimento da cultura, causando abortamento de flores e queda de vagens.
Nos solos mais rasos e pedregosos, está ocorrendo a morte de plantas de soja, com perdas irreversíveis. Segundo os técnicos da Emater/RS-Ascar, o ataque de lagartas, trípes, ácaros e percevejos são intensos, com os agricultores fazendo aplicações de inseticidas e acaricidas, associadas à aplicação de fungicidas para o controle da ferrugem asiática. Em muitos locais, há dificuldade para uma aplicação eficiente, devido à baixa umidade do ar.
A colheita do feijão da 1ª safra se encaminha para o final no Rio Grande do Sul, alcançando 87% da área semeada no Estado, tendo ainda 10% maduros e prontos para serem colhidos. Os rendimentos têm se mantido dentro das expectativas, proporcionando uma boa safra para o produtor. Os preços também se mantêm em alta, com a saca de 60 kg variando positivamente (0,72%) durante a semana, alcançando R$ 118,17, valor médio recebido pelos produtores.
As condições climáticas ocorridas no último período têm favorecido o desenvolvimento das pastagens cultivadas anuais e perenes de verão, assim como, a brotação das forrageiras nativas. A boa oferta de forrageiras, tanto em volume quanto em qualidade nutricional, tranquiliza os pecuaristas gaúchos, pois, além da alimentação dos rebanhos, existe um excedente que está sendo processado e armazenado nas propriedades rurais na forma de feno ou silagem para alimentar os animais no período da entressafra.
FONTE: www.anoticia.com

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013


Governador inaugura escritório regional da Emater/RS em Soledade


O governador Tarso Genro inaugurou, na quinta-feira (24/01/2013), a nova regional da Emater/RS, no município de Soledade. O chefe do Executivo, acompanhado pelo titular da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Ivar Pavan, realizou a entrega de notebooks e veículos para o trabalho de campo. 
De acordo com Pavan o ato foi considerado como "muito significado", pois trata-se da reafirmação dos compromissos do Executivo com a agricultura familiar do Estado. "A Emater é o braço do Governo que leva as políticas públicas até a casa do produtor. E, por orientação do governador, nosso projeto de desenvolvimento da agricultura familiar está sendo realizado de baixo para cima. Não é por acaso que esta região tem 400 famílias participantes do projeto de inclusão produtiva, que recebem acompanhamento sistemático da Emater. Por isso da importância de um escritório regional, para permitir que as estruturas fiquem mais próximas, possibilitando que o Estado preste um trabalho melhor ao produtor", destacou. 
Reestruturação da Emater/RS
A reestruturação das dez regiões administrativas já existentes e a criação de dois novos escritórios regionais buscam adequar as regiões administrativas às orientações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, adotando os Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) como unidades de planejamento e orçamento, além de torná-las mais homogêneas sob o ponto de vista socioeconômico e ambiental, facilitando a integração interinstitucional e o conjunto do trabalho. "A nova estrutura administrativa permitirá uma maior articulação com os demais órgãos de governo e, com isto, responder com políticas públicas de forma regionalizada, respeitando as especificidades de cada região", afirmou o presidente da Emater/RS, Lino De David, que também participou da inauguração. 
Soledade 
O escritório regional da Emater/RS de Soledade é composto por 39 municípios e está dividido em cinco microrregiões administrativas. Nesta região, cuja população total é de 523,7 mil habitantes, conforme dados do IBGE de 2011, estão abrangidos os Coredes Alto da Serra do Botucaraí (16 municípios) e Vale do Rio Pardo (23 municípios). 
A área é caracterizada por heterogêneos sistemas de produção, sendo compostos pelo cultivo de grãos (soja, arroz, milho, trigo), pecuária de corte e leite, fruticultura, olericultura e fumo. Também se destacam, de forma bastante promissora, os processos de agroindustrialização da produção e, nos últimos anos, as cadeias produtivas do leite e da madeira, com crescimento do rebanho e implantação de áreas de reflorestamento energético. O setor agropecuário responde por 40% do PIB regional. 

FONTE: www.agrolink.com.br