Mostrando postagens com marcador Emater. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Emater. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de março de 2013


Mês de março marca início da colheita de citros no Rio Grande do Sul

Mês de março marca início da colheita de citros no Rio Grande do Sul

É no mês de março que os citricultores gaúchos iniciam os trabalhos de colheita dos pomares, especialmente nas regiões mais quentes, como o Vale do Rio Caí. Conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nessa quinta-feira (14/03), a primeira fruta da nova safra colhida é a bergamota Okitsu, do grupo das Satsuma, de origem japonesa. O percentual colhido até o momento é de 15%. 

Além da colheita, os citricultores dedicam-se também, nesta época, ao raleio das frutinhas verdes, que consiste na retirada de parte das frutas verdes, no início do seu crescimento, permitindo com que as frutas que ficam na planta tenham desenvolvimento e qualidade superiores. “Esta prática é fundamental para conferir qualidade às bergamotas das variedades do grupo das comuns, como a Caí, Pareci e Montenegrina”, explica o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Ênio Ângelo Todeschini. 

As bergamotinhas verdes retiradas no raleio são comercializadas para indústrias localizadas no Vale do Caí e Bento Gonçalves, que realizam a extração do óleo da casca - utilizado na elaboração de perfumes, produtos de higiene e limpeza, além de alimentos e refrigerantes. Segundo o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar Derli Paulo Bonine, o óleo essencial extraído da bergamota é um produto único no mundo. 

O valor médio recebido pelos citricultores pela bergamotinha verde está, atualmente, em R$ 0,15/kg. O preço médio recebido pela fruta madura é de R$ 10,00 pela caixa com 25 kg, valor bem abaixo dos R$ 15,00 recebidos no ano passado. 

Juntamente com o raleio, os citricultores também aproveitam para fazer a poda verde, cujo objetivo é abrir a copa das árvores, permitindo a entrada de luz. Conforme Bonine, como as variedades de bergamota do grupo das comuns têm maturação escalonada, seu desenvolvimento também é diferente, sendo que a sequência do raleio segue a sequência da maturação, ou seja, variedades Caí, Pareci e Montenegrina, cujo raleio está em 95%, 80% e 20%, respectivamente. 

A lima ácida Tahiti - cuja colheita ocorre ininterruptamente, pois possui floração durante todo o ano – apresenta elevada produção, refletindo-se em igual oferta local. Somando-se à entrada da lima ácida de São Paulo no mercado, o efeito natural é a pressão dos preços para baixo, que estavam, no mês de janeiro, em R$ 30,00 para a caixa com 25 kg e, hoje, situam-se em R$ 10,00. 

CONFIRA o Informativo de 14/03/2013 da Emater-RS, na íntegra, com informações sobre as Lavouras temporárias de verão no link abaixo.


FONTE: www.agrolink.com.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


Fase crítica da soja é beneficiada pelo clima no RS



Fase crítica da soja é beneficiada pelo clima no RS

Com 97% das lavouras na fase de floração/formação dos grãos - fase crítica quanto à deficiência hídrica para a soja, a cultura foi beneficiada pela chuva nos últimos dias. A manutenção de um bom percentual de umidade no solo durante esse período tranquiliza o produtor nesse sentido, dando indícios de bons rendimentos. Conforme o Informativo Conjuntural elaborado pela Emater/RS-Ascar, a confirmação desse cenário se dará dentro de poucos dias, uma vez que as primeiras lavouras começam a entrar em maturação e deverão ser colhidas brevemente. 

Produtores estão muito perto de finalizar a colheita da 1ª safra de feijão do RS, restando apenas 7% da área, que se localiza, basicamente, na Serra Gaúcha, última região a semear a leguminosa, e onde chega a conviver com parte do período/ciclo da safrinha, cuja semeadura já atinge cerca de 40% da área estimada do Estado, sendo impulsionada atualmente pela boa condição climática.

A safra 2013 de arroz evolui de forma satisfatória com as lavouras, intensificando o processo de maturação, alcançando, nesta semana, 13% do total. Nesse sentido, 4% delas já foram colhidos com rendimentos dentro do previsto. Esse percentual poderia ser maior não fosse o tempo úmido e com chuvas ocorridas nos últimos dias, que limitou os trabalhos de campo. As lavouras que se encontram nas demais fases de evolução apresentam, também, bom desenvolvimento, não sendo visíveis maiores empecilhos para obtenção de uma boa produção. 

O retorno das chuvas em todas as regiões produtoras beneficiou o milho, principalmente as lavouras que ainda se encontram em floração e em fase de formação de grãos. Apesar de alguns problemas pontuais relacionados com deficiências hídricas localizadas em algumas regiões produtoras, os rendimentos obtidos nos 38% já colhidos seguem situando-se, em média, acima das expectativas iniciais, assim como o potencial apresentado pelos 29% que já se encontram em maturação.

FONTE: www.agrolink;com.br